«... Que tudo se refira simplesmente ao dever e ao valor que um homem pode e deve atribuir-se aos seus próprios olhos pela consciência de nunca o ter transgredido; porque o que desemboca em vazios desejos e aspirações a uma perfeição inacessível produz simples heróis de romances que, ao valerem-se do seu sentimento pela grandeza transcendente, se descarregam, em troca, da observância do dever comum e corrente que, então, lhes parece apenas trivialmente medíocre.» (Págs.381/2 - Crítica da Razão Pura, Kant)
segunda-feira, 20 de junho de 2011
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